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Quiksilver Pro 2010 – Day 2

Após descanso por conta da ameaça de tsunami, os tops voltaram ao mar para o round 2.

Stephanie Gilmore jogando água pra todo lado

Na parte da manhã, as mulheres fizeram o round 1 e mostraram um surf de muita qualidade e explosão. Stephanie Gilmore e Sally Fitzgibbons mostraram um ótimo surf, manobras variadas e bem fortes, muita água foi jogada. As brasileiras Bruna Schmitz e Silvana Lima cairam na água e não conseguiram o primeiro lugar.

Bruninha entrou primeiro e contra a aussie Stephanie Gilmore e Tyler Wright, não conseguiu se impor e ficou na terceira colocação, indo para a repescagem.

Silvana Lima

Silvana não achou muitas ondas, mas conseguiu um segundo lugar e segue para o round 3.

No masculino, Taj venceu na primeira bateria, Garret Parkes. Garret começou bem a bateria, mas Taj conseguiu se recuperar e virar pra cima do garoto.

Bobby Martinez na terceira bateria, teve uma bateria calma, as ondas tinham sumido e só algumas estavam aparecendo. Com 10 segundos para o final, Bobby ocupava a segunda posição, mas com uma onda de alguns centímetros, virou pra cima de Craig Anderson.

Neco Padaratz e Richie Lovett conversando sobre com quais quilhas surfar

Na quarta bateria, Neco Padaratz tinha páreo duro pela frente, o norte-americano Damien Hobgood. Neco entrou confiante e como na bateria anterior, o mar estava com poucas ondas, mas isso durou poucos minutos. Na sua primeira onda, Neco fez um 5.67, que na minha opinião foi injusto, mal avaliado, foi uma onda boa, com boas rasgadas e um pequeno tubo, valia pelo menos um ponto a mais, mas não foi o que os juízes acharam.

Damien na sua primeira onda, fez um 8.00, que talvez tenha sido super avaliado. Neco em sua entrevista, disse que o norte-americano após pegar a onda, lhe disse que achou que a onda não iria passar dos 7.00 e se surpreendeu com os 8.00.

Neco seguiu forte e na sua próxima onda, literalmente destruiu tudo que tinha na frente. Com rasgadas violentas e bem feitas, ele jogou muita água pra cima, pegou outro tubo e saiu. Todo mundo esperava uma nota 8.00 pelo menos, mas o que veio foi muito menos, apenas um 6.83, super mal avaliado na minha opinião. Pra esquentar o sangue do brasileiro, Damien pegou uma onda logo em seguida e com uma onda parecida com a primeira, fez um 7.87.

Após isso, Neco tentou, tentou e tentou, mas não foi suficiente. Ele ainda fez um 6.90, mas precisava de um 9.67, nota quase impossível pelo julgamento dos juízes. Ainda no mar, Neco após boa seqüência de manobras ou um tubo, olhava para os juízes e dava aquela encarada como dizendo: “E aí, vocês tão vendo o que eu to fazendo? Sobe essa nota.”

Mas de nada adiantou e Damien ainda fez um 8.57 pra selar a vitória.

Em sua entrevista, Neco disse que tentou de tudo pra tirar notas acima de 7.00, mas os juízes não colaboraram.

Outra coisa que observei, foi o critério dos juízes que está bem estranho. Em uma das notas 8 do Damien, eu olhei nota por nota e um juiz tinha dado 6.5, enquanto outro tinha dado 8.2, como pode haver uma diferença tão grande, 1.70 é uma diferença grande de pontuação. Cadê o headjudge pra organizar isso aí?

O brasileiro foi injustiçado, mas o negócio é seguir em frente. Ele estava com uma vontade, parecia até fazer tempo que não surfava, aquela fissura que um tempo longe do surf causa. Mostrou que vai trabalhar forte esse ano e o Brasil quer ver esse guerreiro mostrando toda sua força na água.

Neco é admirado pelo mundo do surf pela sua garra, sua paixão pelo surf. Nas suas palavras se mostrou um grande homem também. Força Neco!

Na bateria seguinte, Dane Reynolds entrou pra combater Blake Thornton e não deu chances ao aussie.

Dane Reynolds

Dane surfou confiante, achou ótimas ondas e com tubos alucinantes e manobras fortes, conseguiu seguir para o próximo round. Dane fez 9.33 e 8.03, enquanto Blake fez 5.33 e 4.90. Foi um verdadeiro show do norte-americano.

Logo depois, Jordy Smith entrou pra dar um show nas ondas de Snapper Rocks. Seu adversário, o brasileiro Marco Polo até tentou, mas não teve muitas chances. Assim como Dane, Jordy achou bons tubos e fez ótimas manobras, achou um 9.93, maior nota do evento até aqui e um 7.93 pra seguir para o próximo round. O brasileiro não passou dos 6.00, fez apenas 5.17 e 5.10.

Neco e Marco caíram, a esperança brasileira agora está nos pés de Mineiro e Jadson André.

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Quiksilver Pro 2010

Primeira parada do WCT 2010, Snapper Rocks, Austrália.

A Gold Coast recebe os já carimbados surfistas dos anos passados e os novos, classificados pelo WQS. A nova leva de surfistas que entra na elite esse ano, é destemida e voa alto. Com certeza, a briga dos antigos com os mais novos vai ser tentadora.

Não perca o início que acontece em instantes, provavelmente às 19h00(horário de Brasília), 8h00(horário local).

AO VIVO

As baterias da primeira fase estão listadas abaixo. Os brasileiros estreiam na quinta, sexta, sétima e na décima sexta bateria, última da primeira fase.

Primeira fase do Quiksilver Pro 2010

1 Dane Reynolds (EUA), Roy Powers (Haw) e Brett Simpson (EUA)
2 Damien Hobgood (EUA), Jeremy Flores (Fra) e Matt Wilkinson (Aus)
3 Bobby Martinez (EUA), Tiago Pires (Por) e Tanner Gudauskas (EUA)
4 C.J. Hobgood (EUA), Adrian Buchan (EUA) e Travis Logie (Afr)
5 Kelly Slater (EUA), Ben Dunn (Aus) e Marco Polo (Bra)
Adriano de Souza (Bra), Michel Bourez (Tah) e Blake Thornton (Aus)
7 Taj Burrow (Aus), Chris Davidson (Aus) e Neco Padaratz (Bra)
8 Mick Fanning (Aus), Kai Otton (Aus) e convidado
9 Joel Parkinson (Aus), Kekoa Bacalso (Haw) e convidado
10 Bede Durbidge (Aus), Mick Campbell (Aus) e convidado
11 Jordy Smith (Afr), Drew Courtney (Aus) e Dusty Payne (Haw)
12 Taylor Knox (EUA), Luke Stedman (Aus) e Nathan Yeomans (EUA)
13 Tom Whitaker (Aus), Andy Irons (Haw) e Jay Thompson (Aus)
14 Kieren Perrow (Aus), Daniel Ross (Aus) e Luke Munro (Aus)
15 Fredrick Patacchia (Haw), Patrick Gudauskas (EUA) e Owen Wright (Aus)
16 Dean Morrison (Aus), Jadson André (Bra) e Adam Melling (Aus)

Mick Fanning Wins

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$105.000

Não consegui assistir ao último dia de competição, mas vi os resultados e algumas baterias. A final feita por dois grandes surfistas, o australiano Mick Fanning e o norte-americano Dane Reynolds. Fanning já não ganhava há algum tempo, campeão em 2007, ainda mostra que tem o surf no pé e quebra sempre. Já Reynolds, o “alternativo” do circuito, com esse resultado, faz o seu segundo bom resultado seguido, um terceiro em J-Bay e agora segundo lugar em Trestles.

Fanning erguendo o troféu

Fanning erguendo o troféu

Mick Fanning com a vitória na etapa, ultrapassou Adriano de Souza no ranking e assumiu a segunda colocação com 4550 pontos. Mineiro continua na briga, em terceiro lugar. Já Reynolds, é apenas o décimo primeiro com 3183 pontos.

Para vencer o norte-americano, Fanning fez dois high scores, 8.50 e 8.90 para bater 7.33 e 5.77 de Dane Reynolds.

Os brasileiros foram bem, mas poderiam ter ido melhor.

Adriano de Souza

Adriano de Souza

Mineiro que caiu nas quartas-de-final para o aussie Bede Durbidge, por muito pouco. Por apenas 0.33, o aussie seguiu e Adriano ficou.

180 air reverses

180 air reverses

Heitor Alves

Heitor Alves

Heitor, que não tinha tido um bom resultado desde a primeira etapa, apenas 17° e 33°, conseguiu um 5°, vencendo no primeiro round e no terceiro round,  mandando Jeremy Flores embora, em uma bateria alucinante. No quarto round, despachou Damien Hobgood, segundo colocado em J-Bay, seguindo para as quartas-de-final, caindo diante de Kelly Slater.

Ranking ASP

1 Joel Parkinson (AUS)          5486
2 Mick Fanning (AUS)            4550
3 Adriano de Souza (BRA)    4348
4 CJ Hobgood (USA)               4272
5 Damien Hobgood (USA)     3974

Quiksilver Pro France 2009, Hossegor

Mal acabou a etapa de Trestles e os competidores já foram voando para a França para o Quiksilver Pro, que acontece em Hossegor. As baterias da primeira fase já estão definidas, abaixo:

1 Taylor Knox (EUA), Ben Dunn (Aus), Jihad Khodr (Bra)
2 Bobby Martinez (EUA), Josh Kerr (Aus), David Weare (Afr)
3 Damien Hobgood (EUA), Tim Reyes (EUA), Nic Muscroft (Aus)
4 Taj Burrow (Aus), Heitor Alves (Bra), Drew Courtney (Aus)
Adriano de Souza (Bra), Michel Bourez (Tah), Luke Stedman (Aus)
6 Bede Durbidge (Aus), Dean Morrison (Aus), Phillip MacDonald (Aus)
7 C.J. Hobgood (EUA), Adrian Buchan (Aus), Marlon Lipke (Ale)
8 Joel Parkinson (Aus), Kai Otton (Aus) e trialista
9 Kelly Slater (EUA), Mick Campbell (Aus) e trialista
10 Mick Fanning (Aus), Kekoa Bacalso (Haw) e trialista
11 Tom Whitaker (Aus), Chris Ward (EUA), Aritz Aranburu (Esp)
12 Kieren Perrow (Aus), Roy Powers (Haw), Nathaniel Curran (EUA)
13 Dane Reynolds (EUA), Chris Davidson (Aus), Michael Picon (Fra)
14 Fredrick Patacchia (Haw), Jay Thompson (Aus), Tiago Pires (Por)
15 Jordy Smith (Afr), Tim Boal (Fra), Greg Emslie (Afr)
16 Jeremy Flores (Fra), Dayyan Neve (Aus), Dustin Barca (Haw)

Hurley Pro Trestles – Day 2

Término do round 2 e começo do round 3, ondas estáveis durante todo o dia, quase iguais as do final da tarde de ontem.

Ainda ontem, o último brasileiro a cair na água, o cearense Heitor Alves, venceu sua bateria, passando direto para o terceiro round.

Na segunda bateria do round 2, o wild card Rob Machado mostrou que ainda tem a competição no sangue e mandou o aussie Taj Burrow com uma onda no final, ficando 15.16 contra 15.00 do aussie.

Na quarta bateria, Mineirinho entrou na água pra medir forças com Phillip MacDonald, e não deu chances para o norte-americano. Adriano entrou focado e destruiu as ondas, vencendo a bateria com 7.50 e 6.90 contra 3.93 e 4.60.

Jihad Khodr

Jihad Khodr

Na décima bateria, o paranaense Jihad Khodr, não conseguiu passar por Kieren Perrow, perdendo de 11.56 a 8.90.

Já no round 3, Adriano entrou na água na quarta bateria, contra Nic Muscroft. Assim como na bateria contra Phillip MacDonald, Mineiro não deu chance e com duas ondas, selou sua vitória. Um 6.67 e 8.40 foram mais que suficientes para bater 6.53 e 5.73 do aussie.

Por hoje, está acabado. Já estamos no round 3, bateria 7, entre Dane Reynolds e Ben Dunn, que vai ter início amanhã.

As baterias 8 e 9 prometem um grande espetáculo de surf, esperemos que as ondas estejam com boa formação e tamanho.

Bateria 8
Joel Parkinson (AUS) x (USA) Rob Machado

Bateria 9
Kelly Slater (USA) x (USA) Brett Simpson

Rob Machado

Rob Machado

Parko que é o primeiro e o grande favorito ao título desse ano, enfrenta o símbolo do free-surf mundial, Rob Machado, que surfa em casa e não está pra brincadeira. Rob já mandou o compatriota de Parko, Taj, pra casa e quem sabe, não manda Parko também, a briga vai ser boa.

Slater teve uma primeira bateria impecável, duas ondas e duas notas acima de 9. Como estão dizendo, é mais uma vez, o homem a ser batido. Pra enfrentar ele, ninguém menos que Brett Simpson, wild card e campeão do US Open. Promete ser outra ótima disputa.

Heitor Alves, único brasileiro ainda a cair na água no round 3, vai enfrentar o francês Jeremy Flores na bateria 12.

No round 4, três baterias já estão definidas.

Bede Durbidge (AUS) x (AUS) Kai Otton
Josh Kerr (AUS) x (BRA) Adriano de Souza
Taylor Knox (USA) x (HAW) Roy Powers

Até amanhã.

SLATER UNBELIEVABLE!

Slater treinando em Trestles

Slater treinando em Trestles

FUCK!

Slater é impressionante, inacreditável e mais alguns muitos adjetivos.

Round 1, bateria 9

Kelly Slater (USA), Adrian Buchan (AUS), Rob Machado (USA)

Com dez minutos de bateria, o careca simplesmente fez um 9.00 e um 9.50 nas suas primeiras ondas. Ah, só um detalhe, as ondas não estão muito boas, pequenas e fechando, até cresceram um pouco nessa bateria.

Adrian “Ace” Buchan tem um 6.67 e 7.33 no momento, ocupando a segunda colocação.

Rob Machado tem um 4.00 e 5.67, em terceiro.

Ambos precisando de uma combinação de 18.51.

What a show!

Dos brasileiros, o único que já caiu na água foi Adriano de Souza e não se deu bem, com poucas e pequenas ondas, ficou em terceiro e vai pra repescagem. Sua bateria foi vencida por Dane Reynolds, com Phillip MacDonald em segundo.

Na próxima bateria, a briga também vai ser boa.

Round 1, bateria 10

Taj Burrow (AUS), Dean Morrison (AUS), Brett Simpson (USA)

Como informar vocês sem fazer tantos posts ou é tranquilo fazer um post desse tamanho pra cada bateria? Ou ninguém lê?

Trestles LIVE

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Etapa californiana do WCT, o Hurley Pro, tá rolando, acompanhe agora!

AO VIVO

Jeffrey’s Bay

O blog tá cheio de teia de aranha, vamo limpa isso né, tá na hora!

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Depois de 46 dias na mágica Jeffrey’s Bay, estou de volta a terra brasilis. Na real, a vontade era de pelo menos ficar mais uns três meses em J-Bay, acordar de frente pro mar, conhecer muitas pessoas novas, fotografar bastante, estar a todo momento em contato com a natureza, animais e oceano, desperta a real essência do homem. Foram 46 dias de muita tranquilidade, muita paz, muito agito, muito tudo!

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O agito ficou por conta da semana em que rolou a etapa do WCT por lá. Do dia 9 ao dia 19 de julho rolou o tradicional evento em J-Bay, com formato novo, muita onda e com direito ao primeiro “Clash of The Icons”. Pra quem não estava lá ou não acompanhou pela internet ao vivo, perdeu. Foi um show, altos tubos insanos, profundos, ondas não muito grandes, mas com tamanho suficiente pra proporcionar um show pra quem estava por lá assistindo e vibrando com cada manobra, principalmente dos sul-africanos, Jordy Smith, Greg Emslie, Devyn Matthews e a revelação, Sean Holmes.

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As primeiras da manhã

Adriano Mineirinho

Adriano Mineirinho

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Nathaniel Curran

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Mineiro

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Joel Parkinson

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Mick Campbell

Michel Bourez

Michel Bourez

Mick Fanning

Mick Fanning

Parko

Parko

Mr. Holmes levantou o público a cada onda, cada manobra que mandava. O cara entrou como wild-card e caiu diante de Dane Reynolds que também surfou um absurdo na bateria. Mas antes de cair, tirou Dustin Barca no round 1, no round 2 deu um show de surf e deixou o aussie Taj Burrow precisando de combinação e no round 3, mandou Mick Campbell pra casa.

Além dos sul-africanos, Slater, Parko, Reynolds, Bourez, Otton, Hobgood’s e outros deram show nas ondas. Os brasileiros cairam nas suas respectivas baterias. Mineiro deu vacilo, ficou esperando onda em uma bateria onde o mar tava bem calmo. Jihad passou apuros com a falta de ondas na sua bateria também e Heitor até que tentou, mas não deu.

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Tá na cara que o título vai pro Parko esse ano, mas nada de comemorar antes, muita onda vai rolar ainda.

A atração especial do evento, Clash of The Icons, ficou por conta dos ícones do surf mundial, Tom Curren e Occy. Empatados nos confrontos entre si, cairam na água em baterias logo no começo da manhã. Na primeira bateria, Tom Curren lavou Occy que mais parecia um moleque pegando onda, pega qualquer coisa que aparecia. Curren paciente, esperou pelas melhores e levou. Na segunda bateria, Occy deu o troco e levou, deixando tudo empatado novamente. No pódio eles comentaram o desempenho e deixaram no ar que talvez role outro Clash of The Icons na próxima parada do World Tour, em Mundaka. Agora é esperar!

Tom Curren

Tom Curren

Occy

Occy

Occy e Curren

Occy e Curren

Com o término do evento, o agito e o público todo foram embora, deixando J-Bay para os poucos que ficam por lá, poucos que aproveitam bem as ondas que ficam quase sem ninguém. Com condições boas, é quase impossível cair na água com poucas pessoas, no mínimo dez caras vão estar lá, em busca das ondas.

Pra quem ainda não foi pra Jeffrey’s Bay, vá! Recomendo para todos, se você vai surfar, passear, ir com a família, é lugar pra tudo. As pessoas de lá são bem amigáveis, o local é tranquilo e você não vai se arrepender.

Aqui você vê algumas das fotos que fiz durante o WCT, algumas das mais de oito mil fotos que fiz.

Texto e fotos: Thiago Dorta / (19)9353-2770