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Long Island comemora 22 anos

Cleyton Nunes, Michel Grattz, Edson Ribeiro, Renato Galvão

Long Island, uma das mais importantes marcas de surfwear no Brasil,

comemora 22 anos de atuação

Aniversário foi realizado na ECO House, SP, uma casa de eventos totalmente voltada à utilizar tecnologias de forma sustentável, e contou com a presença de importantes atletas do surf, que desfilaram a coleção Verão da marca.

O nome foi inspirado por uma ilha localizada próxima à Nova Iorque, EUA. E não poderia ser diferente: seu criador era um apaixonado pelo surf. Assim nasceu a marca Long Island, que a princípio foi desenvolvida por dois sócios, mas seu principal idealizador é quem conduz a empresa até hoje.

O jovem empreendedor em questão é Edson Ribeiro, que em 1988 decidiu desenvolver uma confecção voltada para o público desurfwear e atualmente celebra a elevação do patamar do Brasil neste segmento com uma história de coragem, trabalho e criatividade.

De origem simples e batalhadora, aos 17 anos Edson montou na casa de um tio uma verdadeira empresa de confecção. O crescimento foi gradativo e aos 23 anos sua fábrica já apresentava loja e filial. O percurso contou com crises financeiras e superação, sustentadas pela garra empreendedora que celebra os 22 anos com uma nova fase da marca.

O que no início eram apenas camisetas e boardshorts, hoje apresenta uma linha completa de produtos que acompanham as tendências da moda internacional, para um público entre 14 e 35 anos, ligados ao estilo surfwear. Seu posicionamento figura entre as principais marcas do segmento, com produtos de alta qualidade, preço competitivo e atuação nacional, com aproximadamente 1.200 pontos de venda.

A marca detém cerca de 40 colaboradores diretos, 20 escritórios de representação comercial e gera aproximadamente 3 mil empregos indiretos, o que beneficia profissionais dos setores de informática, costura, estamparia e lavanderias.

“A entrada de representantes em vários estados possibilitou um crescimento consistente para a Long Island. Em 2008, o reposicionamento da empresa frente aos produtos deu à marca uma nova “pegada” nas lojas, o que gerou um aumento de 20% nas vendas em dois anos”, diz Edson Ribeiro, e completa: “Em 2009, a Long Island superou as vendas devido às ótimas políticas comerciais e o desenvolvimento de produtos com conceitos modernos e de qualidade. Já a expectativa para 2010 será manter o crescimento nos pontos de vendas e introduzir a linha juvenil – talvez uma nova marca – em lojas especializadas neste público”, explica Ribeiro.

Long Island e o Surf

A Long Island foi a pioneira no Brasil a produzir e lançar um filme de atletas de surf, o que até então eram importados de marcas de outros países.  Os filmes foram “Sulwell”, “Diário de Bordo” e “Island”. A marca também patrocina os atletas Renato Galvão, bicampeão brasileiro e paulista, Cleyton Nunes, free-surf que vem obtendo ótimos resultados em níveis nacionais e mundiais, e Michel Grattz, atleta profissional.

A Comemoração

Com o objetivo de confraternizar os 22 anos de história ao lado de todos os membros e parceiros da família Long Island, a empresa realizou uma festa na Eco House, SP, uma casa de eventos totalmente voltada à sustentabilidade.

No comando do som, Roberto Haiz, DJ do programa Na Balada, da Jovem FM, e Leonardo Honey, DJ e produtor. Com apoio da marca de óculos HB, o evento apresentou um desfile da coleção de verão com modelos profissionais, dentre elas Bruna e Bianca Biancardi, filhas de Edson, e também os atletas Cleyton Nunes, Michel Grattz e Renato Galvão. Após o desfile, os convidados foram surpreendidos pelo jantar com cardápio da cozinha asiática que se realizou no Tantra, casa que pertence ao mesmo proprietário e que é interligada por uma parede removível. Ao final do evento, foram sorteadas 3 pranchas da Shaper Achiles.

Mick Fanning Wins, again

No pódio

No pódio

Mick Fanning, segunda vitória seguida. Parece que o prêmio de Trestles, $105.000, inspirou o diabo loiro e fez o fogo dentro de Mick acender.

Apresentações impecáveis de Mick Fanning, tanto na Califórnia quanto agora na França. Nas baterias, entra bem focado e só tira high-scores, notas acima de 7.00. Muitas batidas e rasgadas nas pequenas ondas da França e ele está aí, mais vivo do que nunca.

Espero que o Parko esteja acordado e vendo tudo isso, pois agora, a briga pegou fogo. 146 Joel, 146 é o número que te mantém a frente de Mick Fanning.

#1 Joel Parkinson 5896
#2 Mick Fanning 5750
#3 CJ Hobgood 4872
#4 Bede Durbidge 4792
#5 Kelly Slater 4638
#6 Adriano de Souza 4573

A briga tá boa e promete esquentar mais ainda. O brazuca, precisa melhorar seu rendimento, pois depois de duas etapas, foi de segundo para sexto.

Winner

Winner

Austrália

Austrália

Karissa e Fanning comemorando

Karissa e Fanning comemorando

Na França, passou por Taj Burrow nas quartas-de-final, Tiago Pires na semi-final e Bede Durbidge na final.

Parece estar amarradão com seu surf e não acho que vai largar as vitórias muito cedo, vamos aguardar Mundaka e ver o que Fanning, The Fire, fará!

Uma apresentação que eu gostei muito, tanto em Trestles como em Hossegor, mostrou um show de surf. Em Trestles caiu diante de Damien Hobgood e em Hossegor deu o troco e venceu Damien de uma forma linda. Venceu Slater no final da bateria e tá surfando muito, altas batidas, rasgadas e jorrando água pra todo lugar. Esperemos que Tiago continue com as boas apresentações e mostre o surf português de boa qualidade.

REVISTA PARAFINA #17

Parfina

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“Uma jornada de mil milhas começa com o primeiro passo.”

Com essa frase, se inicia a décima sétima edição da Revista Parafina, que conta com um visual meio novo, da pra sentir aquele ar de mudança, com várias matérias, sobre Bali, J-Bay, localismo, história do surf, entrevista na área do surf-art, dica musical minha, profile de fotógrafo e muito mais.

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Rob Machado and the wild bird

Hurley Pro Trestles – Day 3

Estrutura em Lower Trestles

Estrutura em Lower Trestles

Condições parecidas com as de ontem e começa o terceiro dia de competição.

Dane Reynolds

Dane Reynolds

Primeira bateria do dia, sétima bateria do round 3, Dane Reynolds mandou Ben Dunn embora sem ser muito ameaçado. Com 5.00 e 8.33 bateu os 6.17 e 6.77 do aussie. Na entrevista após a vitória, foi questionado pelo modo como surfou a onda 8.33, parecia que você tava no free-surf, palavras da mocinha que o entrevistou. Dane disse que a onda era ruim e ele tentou algo. Dane mandou um aéreo INSANO, a onda foi praticamente isso.

Bateria 8, Joel Parkinson contra Rob Machado. A bateria começou com tudo, duas ondas surfadas para cada um e Parko com 5.50 e 5.23 na frente, mas Rob logo se recuperou, trocou suas duas notas(4.50 e 2.00) para (5.57 e 5.70). Joel pega mais duas ondas e não consegue superar suas notas, com seis minutos restando para o término. Sem mudanças até o final e Rob Machado desbanca o primeiro colocado do ranking, Joel Parkinson, mandando-o para casa logo. No último segundo Joel ainda pegou uma onda, mas os juízes não contaram, se tivessem, acho que Parko teria conseguido bater o norte-americano.

Bateria 9, Kelly Slater contra Brett Simpson. Começo e uma onda para cada, em ambas ondas, os surfistas caíram na terceira manobra. Slater fez 5.50 e Simpson 3.33. Brett Simpson pegou uma boa onda agora, com boas rasgadas e um batidão. Brett trocou suas notas e agora tem 5.17 e 4.07, Slater tem 5.50 e 4.83, na primeira posição. Quarta onda do careca, bela onda, jogando água pra todo lado e conseguiu um 9.00, deixando Brett precisando de um 9.33. Slater pega outra boa onda e troca seu 5.50 por um 7.83. Com 9.33 e 7.83, deixou Brett Simpson precisando de uma combinação de 16.84. Kelly passa para a próxima fase.

Heitor Alves - Foto: Marianna Piccoli

Heitor Alves - Foto: Marianna Piccoli

Bateria 12, eletrizante! Jeremy Flores contra Heitor Alves. Uma virada sensacional do brasileiro. Heitor foi quem pegou as primeiras ondas, mas não obteve pontuação maior que 2.33. Nos próximos dez minutos, Jeremy pegou três boas ondas, já fechando suas notas, um 6.33 e 8.17, mas mal sabia ele o que estava por vir. Heitor ficou por um tempo esperando as ondas, até que conseguiu fazer um 6.20, mas não foi o bastante pra bater as boas notas de Jeremy. Logo depois, Heitor fez um 7.00 e logo em seguida, após pedir uma onda pra Deus, como disse na entrevista, fez um 8.77 que foi suficiente pra bater o frânces. Wooohooo, valeu Heitor! Vibrei pra caralho na bateria e a hora que a buzina tocou, foi irado ver ele se amarrando lá dentro, comemorando.

Michel Bourez

Michel Bourez

Bateria 14, Dean Morrison contra Michel Bourez. O tahitiano está mostrando seu bom surf. Na etapa de Jeffreys Bay, venceu Mick Fanning de forma avassaladora e agora, destruiu Dean Morrison. Michel dominou a bateria inteira, 6.50 e 8.00 no começo, já te deixaram bem solto na frente e tranquilo. Dean até que tentou, mas esperou demais, não achou as ondas e só conseguiu fazer 5.67 e 5.93. No final, Bourez ainda fez um 8.10 e piorou a situação de Dean, deixando-o precisando de combinação.

Bateria 15, Mick Fanning contra Michael Picon. Fanning só precisou de cinco minutos para ganhar a bateria. Nos cinco primeiros minutos, Mick Fanning pegou duas boas ondas, anotou 8.67 e 7.00. O frânces Picon, só conseguiu 5.50 e 4.83, nem assustando o aussie. Fanning deixou Picon precisando de uma combinação a bateria inteira e no final, ainda se deu ao luxo de trocar seu 7.00 por um 8.07.

Depois do término do round 3, os tops aproveitaram um pouco pra se divertirem na Expression Session. Meia hora e muitos vôos.

Assista os vídeos das bateria do round 3. VÍDEOS ROUND 3

Próximas baterias, Round 4:

# 1: Bede Durbidge (AUS) x (AUS) Kai Otton
#2: Josh Kerr (AUS) x (BRA) Adriano de Souza
#3: Taylor Knox (USA) x (HAW) Roy Powers
#4: Dane Reynolds (USA) x (USA) Rob Machado
#5: Kelly Slater (USA) x (HAW) Kekoa Bacalso
#6: Damien Hobgood (USA) x (BRA) Heitor Alves
#7: Cj Hobgood (USA) x (PYF) Michel Bourez
#8: Mick Fanning (AUS) x (AUS) Kieren Perrow

Hurley Pro Trestles – Day 2

Término do round 2 e começo do round 3, ondas estáveis durante todo o dia, quase iguais as do final da tarde de ontem.

Ainda ontem, o último brasileiro a cair na água, o cearense Heitor Alves, venceu sua bateria, passando direto para o terceiro round.

Na segunda bateria do round 2, o wild card Rob Machado mostrou que ainda tem a competição no sangue e mandou o aussie Taj Burrow com uma onda no final, ficando 15.16 contra 15.00 do aussie.

Na quarta bateria, Mineirinho entrou na água pra medir forças com Phillip MacDonald, e não deu chances para o norte-americano. Adriano entrou focado e destruiu as ondas, vencendo a bateria com 7.50 e 6.90 contra 3.93 e 4.60.

Jihad Khodr

Jihad Khodr

Na décima bateria, o paranaense Jihad Khodr, não conseguiu passar por Kieren Perrow, perdendo de 11.56 a 8.90.

Já no round 3, Adriano entrou na água na quarta bateria, contra Nic Muscroft. Assim como na bateria contra Phillip MacDonald, Mineiro não deu chance e com duas ondas, selou sua vitória. Um 6.67 e 8.40 foram mais que suficientes para bater 6.53 e 5.73 do aussie.

Por hoje, está acabado. Já estamos no round 3, bateria 7, entre Dane Reynolds e Ben Dunn, que vai ter início amanhã.

As baterias 8 e 9 prometem um grande espetáculo de surf, esperemos que as ondas estejam com boa formação e tamanho.

Bateria 8
Joel Parkinson (AUS) x (USA) Rob Machado

Bateria 9
Kelly Slater (USA) x (USA) Brett Simpson

Rob Machado

Rob Machado

Parko que é o primeiro e o grande favorito ao título desse ano, enfrenta o símbolo do free-surf mundial, Rob Machado, que surfa em casa e não está pra brincadeira. Rob já mandou o compatriota de Parko, Taj, pra casa e quem sabe, não manda Parko também, a briga vai ser boa.

Slater teve uma primeira bateria impecável, duas ondas e duas notas acima de 9. Como estão dizendo, é mais uma vez, o homem a ser batido. Pra enfrentar ele, ninguém menos que Brett Simpson, wild card e campeão do US Open. Promete ser outra ótima disputa.

Heitor Alves, único brasileiro ainda a cair na água no round 3, vai enfrentar o francês Jeremy Flores na bateria 12.

No round 4, três baterias já estão definidas.

Bede Durbidge (AUS) x (AUS) Kai Otton
Josh Kerr (AUS) x (BRA) Adriano de Souza
Taylor Knox (USA) x (HAW) Roy Powers

Até amanhã.

SLATER UNBELIEVABLE!

Slater treinando em Trestles

Slater treinando em Trestles

FUCK!

Slater é impressionante, inacreditável e mais alguns muitos adjetivos.

Round 1, bateria 9

Kelly Slater (USA), Adrian Buchan (AUS), Rob Machado (USA)

Com dez minutos de bateria, o careca simplesmente fez um 9.00 e um 9.50 nas suas primeiras ondas. Ah, só um detalhe, as ondas não estão muito boas, pequenas e fechando, até cresceram um pouco nessa bateria.

Adrian “Ace” Buchan tem um 6.67 e 7.33 no momento, ocupando a segunda colocação.

Rob Machado tem um 4.00 e 5.67, em terceiro.

Ambos precisando de uma combinação de 18.51.

What a show!

Dos brasileiros, o único que já caiu na água foi Adriano de Souza e não se deu bem, com poucas e pequenas ondas, ficou em terceiro e vai pra repescagem. Sua bateria foi vencida por Dane Reynolds, com Phillip MacDonald em segundo.

Na próxima bateria, a briga também vai ser boa.

Round 1, bateria 10

Taj Burrow (AUS), Dean Morrison (AUS), Brett Simpson (USA)

Como informar vocês sem fazer tantos posts ou é tranquilo fazer um post desse tamanho pra cada bateria? Ou ninguém lê?