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Força Brasileira

Alejo Muniz

Paracuru pegou fogo no último dia do Maresia Ceará Internacional, etapa 6 estrelas do WQS.

O evento todo foi dominado pelos brasileiros, o gringo que mais sobreviveu foi o havaiano Sebastien  Zietz, mas caiu para Alejo Muniz na segunda semi-final do dia.

Alejo fez um evento exemplar. Parecia estar no seu quintal-de-casa, estava bem confortável lá fora. Pegou as melhores ondas em todo o evento, sempre deixando seus adversários nas combinações. Alejo só caiu perante o cearense, recém saido da elite mundial, Heitor Alves.

Heitor Alves, assim como Alejo, teve uma apresentação impressionante em todo o evento. Destruiu as ondas com suas batidas e rasgadas, estava bem a vontade, fazendo o que queria.

A final entre os dois foi eletrizante.

O começo foi meio devagar, a maré tava cheia e as poucas ondas que vinham, vinham cheias e dificultavam as manobras. Heitor começou com um 1.50 e um 3.50, contra 2.17 e 5.33 de Alejo. Até ai, sem muita movimentação e poucas ondas. Mas netuno resolveu despertar as ondas e as mandou na hora certa.

Heitor com grandes batidas, fez um 7.67 e forçou Alejo a pegar uma boa. Alejo não decepcionou e fez um 7.83, colocando fogo na final e se mantendo a frente. A torcida na areia era grande e em sua grande maioria, para Heitor Alves. A pressão se manteve até os últimos minutos, era uma onda atrás da outra e a briga não ficou só na água, ao término das ondas, ambos saiam correndo para ver quem chegava primeiro no outside pra conquistar a prioridade.

Passados alguns minutos, Heitor teve uma boa onda e fez um 5.73, virando pra cima de Alejo. Logo depois, o cearense com uma ótima onda, fez um 8.40 e complicou para o garoto de bombinhas. No final, Alejo conseguiu uma ótima onda, fez duas rasgadas limpas, perfeitas e uma outra manobra no crítico. Ele precisava de um 8.25 pra virar, mas ao ver dos juízes não foi suficiente. Alejo bateu na trave e só conseguiu um 8.17.

Com uma diferença de apenas 0.07, Heitor Alves levou o Maresia Ceará International.

Heitor Alves

Ao soar da buzina, Heitor saiu da água comemorando muito junto com a torcida. O cearense que saiu recentemente da elite mundial, começa o ano com tudo e vai em busca da sua vaga novamente. Já Alejo, que por pouco não entrou pra elite no ano passado, com certeza vai se dar bem esse ano. Com um surf limpo, redondo, aposto que na segunda parte do ano, ele já esteja correndo pelo WCT graças ao ranking unificado.

Força Heitor! Força Alejo! Força Brasil!

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Quiksilver Pro – Day 1

QSProFrance

Quiksilver Pro France 2009

Estrutura do Quiksilver Pro

Estrutura do Quiksilver Pro

O Quiksilver Pro France teve seu início hoje e com ondas de 5 a 6 pés, o show foi garantido.

Kelly Slater entubando em Hossegor

Kelly Slater entubando em Hossegor

O round 1 já está terminado. Taylor Knox, Nic Muscroft, Damien Hobgood, Taj Burrow, Michel Bourez, Julian Wilson, Joan Duru, Joel Parkinson, Kelly Slater, Patrick Beven, Tom Whitaker, Chris Davidson, Dane Reynolds, Tim Boal, Jordy Smith e Dustin Barca foram os primeiros colocados nas suas baterias e já estão garantidos no round 3.

Os brasileiros, Adriano de Souza, Heitor Alves e Jihad Khodr não conseguiram passar e agora vão disputar a chance de continuar na briga, no round 2. Adriano de Souza é o primeiro a cair fora, o brasileiro encarou Phillip MacDonald, confronto igual ao de Trestles, mas dessa vez levou a pior, o aussie destruiu Mineiro, que tentou uma reação nos últimos minutos mas não foi suficiente. Mineiro fez um 7.00 e 8.13, notas que não foram suficientes para bater um 8.83 e 8.07 de Phillip.

O dia de hoje está OFF e amanhã os confrontos começam na quinta bateria do round 2, Bobby Martinez contra Drew Courtney.

Mick Fanning ouvindo um som

Mick Fanning ouvindo um som

Mick Fanning, CJ Hobgood, Bede Durbidge e Phillip MacDonald venceram suas baterias do round 2 e continuam na competição.

Mick Fanning Wins

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Não consegui assistir ao último dia de competição, mas vi os resultados e algumas baterias. A final feita por dois grandes surfistas, o australiano Mick Fanning e o norte-americano Dane Reynolds. Fanning já não ganhava há algum tempo, campeão em 2007, ainda mostra que tem o surf no pé e quebra sempre. Já Reynolds, o “alternativo” do circuito, com esse resultado, faz o seu segundo bom resultado seguido, um terceiro em J-Bay e agora segundo lugar em Trestles.

Fanning erguendo o troféu

Fanning erguendo o troféu

Mick Fanning com a vitória na etapa, ultrapassou Adriano de Souza no ranking e assumiu a segunda colocação com 4550 pontos. Mineiro continua na briga, em terceiro lugar. Já Reynolds, é apenas o décimo primeiro com 3183 pontos.

Para vencer o norte-americano, Fanning fez dois high scores, 8.50 e 8.90 para bater 7.33 e 5.77 de Dane Reynolds.

Os brasileiros foram bem, mas poderiam ter ido melhor.

Adriano de Souza

Adriano de Souza

Mineiro que caiu nas quartas-de-final para o aussie Bede Durbidge, por muito pouco. Por apenas 0.33, o aussie seguiu e Adriano ficou.

180 air reverses

180 air reverses

Heitor Alves

Heitor Alves

Heitor, que não tinha tido um bom resultado desde a primeira etapa, apenas 17° e 33°, conseguiu um 5°, vencendo no primeiro round e no terceiro round,  mandando Jeremy Flores embora, em uma bateria alucinante. No quarto round, despachou Damien Hobgood, segundo colocado em J-Bay, seguindo para as quartas-de-final, caindo diante de Kelly Slater.

Ranking ASP

1 Joel Parkinson (AUS)          5486
2 Mick Fanning (AUS)            4550
3 Adriano de Souza (BRA)    4348
4 CJ Hobgood (USA)               4272
5 Damien Hobgood (USA)     3974

Quiksilver Pro France 2009, Hossegor

Mal acabou a etapa de Trestles e os competidores já foram voando para a França para o Quiksilver Pro, que acontece em Hossegor. As baterias da primeira fase já estão definidas, abaixo:

1 Taylor Knox (EUA), Ben Dunn (Aus), Jihad Khodr (Bra)
2 Bobby Martinez (EUA), Josh Kerr (Aus), David Weare (Afr)
3 Damien Hobgood (EUA), Tim Reyes (EUA), Nic Muscroft (Aus)
4 Taj Burrow (Aus), Heitor Alves (Bra), Drew Courtney (Aus)
Adriano de Souza (Bra), Michel Bourez (Tah), Luke Stedman (Aus)
6 Bede Durbidge (Aus), Dean Morrison (Aus), Phillip MacDonald (Aus)
7 C.J. Hobgood (EUA), Adrian Buchan (Aus), Marlon Lipke (Ale)
8 Joel Parkinson (Aus), Kai Otton (Aus) e trialista
9 Kelly Slater (EUA), Mick Campbell (Aus) e trialista
10 Mick Fanning (Aus), Kekoa Bacalso (Haw) e trialista
11 Tom Whitaker (Aus), Chris Ward (EUA), Aritz Aranburu (Esp)
12 Kieren Perrow (Aus), Roy Powers (Haw), Nathaniel Curran (EUA)
13 Dane Reynolds (EUA), Chris Davidson (Aus), Michael Picon (Fra)
14 Fredrick Patacchia (Haw), Jay Thompson (Aus), Tiago Pires (Por)
15 Jordy Smith (Afr), Tim Boal (Fra), Greg Emslie (Afr)
16 Jeremy Flores (Fra), Dayyan Neve (Aus), Dustin Barca (Haw)

Hurley Pro Trestles Photos

Hurley Pro 2009

Hurley Pro 2009

Estrutura em Trestles

Estrutura em Trestles

Equipe Hurley

Equipe Hurley

Who's gonna win?

Who's gonna win?

Who's gonna win?

Who's gonna win?

Who's gonna win?

Who's gonna win?

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Who's gonna win?

Adriano de Souza

Adriano de Souza

Mineirinho voando

Mineirinho voando

Mineirinho

Mineirinho

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CJ Hobgood

Josh Kerr

Josh Kerr

Heitor Alves

Heitor Alves

Mick Fanning

Mick Fanning

Kelly Slater

Kelly Slater

Tom

Tom Whitaker

Hurley Pro Trestles – Day 3

Estrutura em Lower Trestles

Estrutura em Lower Trestles

Condições parecidas com as de ontem e começa o terceiro dia de competição.

Dane Reynolds

Dane Reynolds

Primeira bateria do dia, sétima bateria do round 3, Dane Reynolds mandou Ben Dunn embora sem ser muito ameaçado. Com 5.00 e 8.33 bateu os 6.17 e 6.77 do aussie. Na entrevista após a vitória, foi questionado pelo modo como surfou a onda 8.33, parecia que você tava no free-surf, palavras da mocinha que o entrevistou. Dane disse que a onda era ruim e ele tentou algo. Dane mandou um aéreo INSANO, a onda foi praticamente isso.

Bateria 8, Joel Parkinson contra Rob Machado. A bateria começou com tudo, duas ondas surfadas para cada um e Parko com 5.50 e 5.23 na frente, mas Rob logo se recuperou, trocou suas duas notas(4.50 e 2.00) para (5.57 e 5.70). Joel pega mais duas ondas e não consegue superar suas notas, com seis minutos restando para o término. Sem mudanças até o final e Rob Machado desbanca o primeiro colocado do ranking, Joel Parkinson, mandando-o para casa logo. No último segundo Joel ainda pegou uma onda, mas os juízes não contaram, se tivessem, acho que Parko teria conseguido bater o norte-americano.

Bateria 9, Kelly Slater contra Brett Simpson. Começo e uma onda para cada, em ambas ondas, os surfistas caíram na terceira manobra. Slater fez 5.50 e Simpson 3.33. Brett Simpson pegou uma boa onda agora, com boas rasgadas e um batidão. Brett trocou suas notas e agora tem 5.17 e 4.07, Slater tem 5.50 e 4.83, na primeira posição. Quarta onda do careca, bela onda, jogando água pra todo lado e conseguiu um 9.00, deixando Brett precisando de um 9.33. Slater pega outra boa onda e troca seu 5.50 por um 7.83. Com 9.33 e 7.83, deixou Brett Simpson precisando de uma combinação de 16.84. Kelly passa para a próxima fase.

Heitor Alves - Foto: Marianna Piccoli

Heitor Alves - Foto: Marianna Piccoli

Bateria 12, eletrizante! Jeremy Flores contra Heitor Alves. Uma virada sensacional do brasileiro. Heitor foi quem pegou as primeiras ondas, mas não obteve pontuação maior que 2.33. Nos próximos dez minutos, Jeremy pegou três boas ondas, já fechando suas notas, um 6.33 e 8.17, mas mal sabia ele o que estava por vir. Heitor ficou por um tempo esperando as ondas, até que conseguiu fazer um 6.20, mas não foi o bastante pra bater as boas notas de Jeremy. Logo depois, Heitor fez um 7.00 e logo em seguida, após pedir uma onda pra Deus, como disse na entrevista, fez um 8.77 que foi suficiente pra bater o frânces. Wooohooo, valeu Heitor! Vibrei pra caralho na bateria e a hora que a buzina tocou, foi irado ver ele se amarrando lá dentro, comemorando.

Michel Bourez

Michel Bourez

Bateria 14, Dean Morrison contra Michel Bourez. O tahitiano está mostrando seu bom surf. Na etapa de Jeffreys Bay, venceu Mick Fanning de forma avassaladora e agora, destruiu Dean Morrison. Michel dominou a bateria inteira, 6.50 e 8.00 no começo, já te deixaram bem solto na frente e tranquilo. Dean até que tentou, mas esperou demais, não achou as ondas e só conseguiu fazer 5.67 e 5.93. No final, Bourez ainda fez um 8.10 e piorou a situação de Dean, deixando-o precisando de combinação.

Bateria 15, Mick Fanning contra Michael Picon. Fanning só precisou de cinco minutos para ganhar a bateria. Nos cinco primeiros minutos, Mick Fanning pegou duas boas ondas, anotou 8.67 e 7.00. O frânces Picon, só conseguiu 5.50 e 4.83, nem assustando o aussie. Fanning deixou Picon precisando de uma combinação a bateria inteira e no final, ainda se deu ao luxo de trocar seu 7.00 por um 8.07.

Depois do término do round 3, os tops aproveitaram um pouco pra se divertirem na Expression Session. Meia hora e muitos vôos.

Assista os vídeos das bateria do round 3. VÍDEOS ROUND 3

Próximas baterias, Round 4:

# 1: Bede Durbidge (AUS) x (AUS) Kai Otton
#2: Josh Kerr (AUS) x (BRA) Adriano de Souza
#3: Taylor Knox (USA) x (HAW) Roy Powers
#4: Dane Reynolds (USA) x (USA) Rob Machado
#5: Kelly Slater (USA) x (HAW) Kekoa Bacalso
#6: Damien Hobgood (USA) x (BRA) Heitor Alves
#7: Cj Hobgood (USA) x (PYF) Michel Bourez
#8: Mick Fanning (AUS) x (AUS) Kieren Perrow

Hurley Pro Trestles – Day 2

Término do round 2 e começo do round 3, ondas estáveis durante todo o dia, quase iguais as do final da tarde de ontem.

Ainda ontem, o último brasileiro a cair na água, o cearense Heitor Alves, venceu sua bateria, passando direto para o terceiro round.

Na segunda bateria do round 2, o wild card Rob Machado mostrou que ainda tem a competição no sangue e mandou o aussie Taj Burrow com uma onda no final, ficando 15.16 contra 15.00 do aussie.

Na quarta bateria, Mineirinho entrou na água pra medir forças com Phillip MacDonald, e não deu chances para o norte-americano. Adriano entrou focado e destruiu as ondas, vencendo a bateria com 7.50 e 6.90 contra 3.93 e 4.60.

Jihad Khodr

Jihad Khodr

Na décima bateria, o paranaense Jihad Khodr, não conseguiu passar por Kieren Perrow, perdendo de 11.56 a 8.90.

Já no round 3, Adriano entrou na água na quarta bateria, contra Nic Muscroft. Assim como na bateria contra Phillip MacDonald, Mineiro não deu chance e com duas ondas, selou sua vitória. Um 6.67 e 8.40 foram mais que suficientes para bater 6.53 e 5.73 do aussie.

Por hoje, está acabado. Já estamos no round 3, bateria 7, entre Dane Reynolds e Ben Dunn, que vai ter início amanhã.

As baterias 8 e 9 prometem um grande espetáculo de surf, esperemos que as ondas estejam com boa formação e tamanho.

Bateria 8
Joel Parkinson (AUS) x (USA) Rob Machado

Bateria 9
Kelly Slater (USA) x (USA) Brett Simpson

Rob Machado

Rob Machado

Parko que é o primeiro e o grande favorito ao título desse ano, enfrenta o símbolo do free-surf mundial, Rob Machado, que surfa em casa e não está pra brincadeira. Rob já mandou o compatriota de Parko, Taj, pra casa e quem sabe, não manda Parko também, a briga vai ser boa.

Slater teve uma primeira bateria impecável, duas ondas e duas notas acima de 9. Como estão dizendo, é mais uma vez, o homem a ser batido. Pra enfrentar ele, ninguém menos que Brett Simpson, wild card e campeão do US Open. Promete ser outra ótima disputa.

Heitor Alves, único brasileiro ainda a cair na água no round 3, vai enfrentar o francês Jeremy Flores na bateria 12.

No round 4, três baterias já estão definidas.

Bede Durbidge (AUS) x (AUS) Kai Otton
Josh Kerr (AUS) x (BRA) Adriano de Souza
Taylor Knox (USA) x (HAW) Roy Powers

Até amanhã.

Jeffrey’s Bay

O blog tá cheio de teia de aranha, vamo limpa isso né, tá na hora!

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Depois de 46 dias na mágica Jeffrey’s Bay, estou de volta a terra brasilis. Na real, a vontade era de pelo menos ficar mais uns três meses em J-Bay, acordar de frente pro mar, conhecer muitas pessoas novas, fotografar bastante, estar a todo momento em contato com a natureza, animais e oceano, desperta a real essência do homem. Foram 46 dias de muita tranquilidade, muita paz, muito agito, muito tudo!

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O agito ficou por conta da semana em que rolou a etapa do WCT por lá. Do dia 9 ao dia 19 de julho rolou o tradicional evento em J-Bay, com formato novo, muita onda e com direito ao primeiro “Clash of The Icons”. Pra quem não estava lá ou não acompanhou pela internet ao vivo, perdeu. Foi um show, altos tubos insanos, profundos, ondas não muito grandes, mas com tamanho suficiente pra proporcionar um show pra quem estava por lá assistindo e vibrando com cada manobra, principalmente dos sul-africanos, Jordy Smith, Greg Emslie, Devyn Matthews e a revelação, Sean Holmes.

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As primeiras da manhã

Adriano Mineirinho

Adriano Mineirinho

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Nathaniel Curran

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Mineiro

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Joel Parkinson

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Mick Campbell

Michel Bourez

Michel Bourez

Mick Fanning

Mick Fanning

Parko

Parko

Mr. Holmes levantou o público a cada onda, cada manobra que mandava. O cara entrou como wild-card e caiu diante de Dane Reynolds que também surfou um absurdo na bateria. Mas antes de cair, tirou Dustin Barca no round 1, no round 2 deu um show de surf e deixou o aussie Taj Burrow precisando de combinação e no round 3, mandou Mick Campbell pra casa.

Além dos sul-africanos, Slater, Parko, Reynolds, Bourez, Otton, Hobgood’s e outros deram show nas ondas. Os brasileiros cairam nas suas respectivas baterias. Mineiro deu vacilo, ficou esperando onda em uma bateria onde o mar tava bem calmo. Jihad passou apuros com a falta de ondas na sua bateria também e Heitor até que tentou, mas não deu.

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Tá na cara que o título vai pro Parko esse ano, mas nada de comemorar antes, muita onda vai rolar ainda.

A atração especial do evento, Clash of The Icons, ficou por conta dos ícones do surf mundial, Tom Curren e Occy. Empatados nos confrontos entre si, cairam na água em baterias logo no começo da manhã. Na primeira bateria, Tom Curren lavou Occy que mais parecia um moleque pegando onda, pega qualquer coisa que aparecia. Curren paciente, esperou pelas melhores e levou. Na segunda bateria, Occy deu o troco e levou, deixando tudo empatado novamente. No pódio eles comentaram o desempenho e deixaram no ar que talvez role outro Clash of The Icons na próxima parada do World Tour, em Mundaka. Agora é esperar!

Tom Curren

Tom Curren

Occy

Occy

Occy e Curren

Occy e Curren

Com o término do evento, o agito e o público todo foram embora, deixando J-Bay para os poucos que ficam por lá, poucos que aproveitam bem as ondas que ficam quase sem ninguém. Com condições boas, é quase impossível cair na água com poucas pessoas, no mínimo dez caras vão estar lá, em busca das ondas.

Pra quem ainda não foi pra Jeffrey’s Bay, vá! Recomendo para todos, se você vai surfar, passear, ir com a família, é lugar pra tudo. As pessoas de lá são bem amigáveis, o local é tranquilo e você não vai se arrepender.

Aqui você vê algumas das fotos que fiz durante o WCT, algumas das mais de oito mil fotos que fiz.

Texto e fotos: Thiago Dorta / (19)9353-2770