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Mick Fanning Wins, again

No pódio

No pódio

Mick Fanning, segunda vitória seguida. Parece que o prêmio de Trestles, $105.000, inspirou o diabo loiro e fez o fogo dentro de Mick acender.

Apresentações impecáveis de Mick Fanning, tanto na Califórnia quanto agora na França. Nas baterias, entra bem focado e só tira high-scores, notas acima de 7.00. Muitas batidas e rasgadas nas pequenas ondas da França e ele está aí, mais vivo do que nunca.

Espero que o Parko esteja acordado e vendo tudo isso, pois agora, a briga pegou fogo. 146 Joel, 146 é o número que te mantém a frente de Mick Fanning.

#1 Joel Parkinson 5896
#2 Mick Fanning 5750
#3 CJ Hobgood 4872
#4 Bede Durbidge 4792
#5 Kelly Slater 4638
#6 Adriano de Souza 4573

A briga tá boa e promete esquentar mais ainda. O brazuca, precisa melhorar seu rendimento, pois depois de duas etapas, foi de segundo para sexto.

Winner

Winner

Austrália

Austrália

Karissa e Fanning comemorando

Karissa e Fanning comemorando

Na França, passou por Taj Burrow nas quartas-de-final, Tiago Pires na semi-final e Bede Durbidge na final.

Parece estar amarradão com seu surf e não acho que vai largar as vitórias muito cedo, vamos aguardar Mundaka e ver o que Fanning, The Fire, fará!

Uma apresentação que eu gostei muito, tanto em Trestles como em Hossegor, mostrou um show de surf. Em Trestles caiu diante de Damien Hobgood e em Hossegor deu o troco e venceu Damien de uma forma linda. Venceu Slater no final da bateria e tá surfando muito, altas batidas, rasgadas e jorrando água pra todo lugar. Esperemos que Tiago continue com as boas apresentações e mostre o surf português de boa qualidade.

Quiksilver Pro France – Day 4

Na bateria oito do round 3, Joel Parkinson encarou Patrick Beven. Parko dominou praticamente a bateria toda, mas o wild card nos cinco minutos finais, deu um show e em duas boas ondas, se garantiu na competição. Com as notas, 8.00 e 6.87 bateu os 7.50 e 5.57 de Joel, mandando embora o aussie que é líder do ranking isolado e que agora deve começar a se preocupar, dependendo de quem ganhar o evento na França.

Ao sair da água, Patrick foi recebido aos gritos de comemoração na areia, já que o crowd de pessoas era gigante nesse sábado ensolarado em Hossegor.

Joan Duru

Joan Duru

Kelly Slater

Kelly Slater

Na bateria seguinte, a fera enfrentou outro wild card. Kelly Slater contra Joan Duru. O wild card estava muito bem no evento, até conseguiu fazer uma pressão no Slater, mas Slater é Slater. Joan começou bem, em uma bela onda com um aéreo no final, fez um 9.17. Slater veio atrás e fez um 7.83. No final, Slater fez um 8.90 pra selar a vitória. Joan só conseguiu seu 9.17 e um 4.40.

Na bateria de número onze, tivemos um repeteco de Trestles, Damien Hobgood contra Tiago Pires. Em Trestles o duelo foi vencido por Damien, mas a briga foi muito boa, assim como a de hoje. O português surfou muito e continua na competição. A bateria foi corrida o tempo todo, não foi possível ver os surfistas por muito tempo esperando as ondas, geralmente estavam deslizando nelas. Para vencer o norte-americano, Tiago fez 8.50 e 7.93 contra 7.00 e 5.83 de Damien.

Na décima quarta bateria, o brasileiro Heitor Alves, único sobrevivente até então na competição, encarou o sul-africano Jordy Smith. Heitor até que tentou, mas não deu. Jordy fez 7.67 e 6.73 contra 7.67 e 4.83 do brasileiro.

Fiquem ligados na transmissão, pois amanhã pode ser o último dia de evento.

No round 4, os destaques ficam por conta de:

#1 Bede Durbidge (AUS) x (USA) Dane Reynolds
#3 Bobby Martinez (USA) x (USA) Taylor Knox
#5 Kelly Slater (USA) x (PYF) Michel  Bourez
#7 Mick Fanning (AUS) x (ZAF) Jordy Smith

LIVE!

Quiksilver Pro – Day 1

QSProFrance

Quiksilver Pro France 2009

Estrutura do Quiksilver Pro

Estrutura do Quiksilver Pro

O Quiksilver Pro France teve seu início hoje e com ondas de 5 a 6 pés, o show foi garantido.

Kelly Slater entubando em Hossegor

Kelly Slater entubando em Hossegor

O round 1 já está terminado. Taylor Knox, Nic Muscroft, Damien Hobgood, Taj Burrow, Michel Bourez, Julian Wilson, Joan Duru, Joel Parkinson, Kelly Slater, Patrick Beven, Tom Whitaker, Chris Davidson, Dane Reynolds, Tim Boal, Jordy Smith e Dustin Barca foram os primeiros colocados nas suas baterias e já estão garantidos no round 3.

Os brasileiros, Adriano de Souza, Heitor Alves e Jihad Khodr não conseguiram passar e agora vão disputar a chance de continuar na briga, no round 2. Adriano de Souza é o primeiro a cair fora, o brasileiro encarou Phillip MacDonald, confronto igual ao de Trestles, mas dessa vez levou a pior, o aussie destruiu Mineiro, que tentou uma reação nos últimos minutos mas não foi suficiente. Mineiro fez um 7.00 e 8.13, notas que não foram suficientes para bater um 8.83 e 8.07 de Phillip.

O dia de hoje está OFF e amanhã os confrontos começam na quinta bateria do round 2, Bobby Martinez contra Drew Courtney.

Mick Fanning ouvindo um som

Mick Fanning ouvindo um som

Mick Fanning, CJ Hobgood, Bede Durbidge e Phillip MacDonald venceram suas baterias do round 2 e continuam na competição.

Hurley Pro Trestles – Day 3

Estrutura em Lower Trestles

Estrutura em Lower Trestles

Condições parecidas com as de ontem e começa o terceiro dia de competição.

Dane Reynolds

Dane Reynolds

Primeira bateria do dia, sétima bateria do round 3, Dane Reynolds mandou Ben Dunn embora sem ser muito ameaçado. Com 5.00 e 8.33 bateu os 6.17 e 6.77 do aussie. Na entrevista após a vitória, foi questionado pelo modo como surfou a onda 8.33, parecia que você tava no free-surf, palavras da mocinha que o entrevistou. Dane disse que a onda era ruim e ele tentou algo. Dane mandou um aéreo INSANO, a onda foi praticamente isso.

Bateria 8, Joel Parkinson contra Rob Machado. A bateria começou com tudo, duas ondas surfadas para cada um e Parko com 5.50 e 5.23 na frente, mas Rob logo se recuperou, trocou suas duas notas(4.50 e 2.00) para (5.57 e 5.70). Joel pega mais duas ondas e não consegue superar suas notas, com seis minutos restando para o término. Sem mudanças até o final e Rob Machado desbanca o primeiro colocado do ranking, Joel Parkinson, mandando-o para casa logo. No último segundo Joel ainda pegou uma onda, mas os juízes não contaram, se tivessem, acho que Parko teria conseguido bater o norte-americano.

Bateria 9, Kelly Slater contra Brett Simpson. Começo e uma onda para cada, em ambas ondas, os surfistas caíram na terceira manobra. Slater fez 5.50 e Simpson 3.33. Brett Simpson pegou uma boa onda agora, com boas rasgadas e um batidão. Brett trocou suas notas e agora tem 5.17 e 4.07, Slater tem 5.50 e 4.83, na primeira posição. Quarta onda do careca, bela onda, jogando água pra todo lado e conseguiu um 9.00, deixando Brett precisando de um 9.33. Slater pega outra boa onda e troca seu 5.50 por um 7.83. Com 9.33 e 7.83, deixou Brett Simpson precisando de uma combinação de 16.84. Kelly passa para a próxima fase.

Heitor Alves - Foto: Marianna Piccoli

Heitor Alves - Foto: Marianna Piccoli

Bateria 12, eletrizante! Jeremy Flores contra Heitor Alves. Uma virada sensacional do brasileiro. Heitor foi quem pegou as primeiras ondas, mas não obteve pontuação maior que 2.33. Nos próximos dez minutos, Jeremy pegou três boas ondas, já fechando suas notas, um 6.33 e 8.17, mas mal sabia ele o que estava por vir. Heitor ficou por um tempo esperando as ondas, até que conseguiu fazer um 6.20, mas não foi o bastante pra bater as boas notas de Jeremy. Logo depois, Heitor fez um 7.00 e logo em seguida, após pedir uma onda pra Deus, como disse na entrevista, fez um 8.77 que foi suficiente pra bater o frânces. Wooohooo, valeu Heitor! Vibrei pra caralho na bateria e a hora que a buzina tocou, foi irado ver ele se amarrando lá dentro, comemorando.

Michel Bourez

Michel Bourez

Bateria 14, Dean Morrison contra Michel Bourez. O tahitiano está mostrando seu bom surf. Na etapa de Jeffreys Bay, venceu Mick Fanning de forma avassaladora e agora, destruiu Dean Morrison. Michel dominou a bateria inteira, 6.50 e 8.00 no começo, já te deixaram bem solto na frente e tranquilo. Dean até que tentou, mas esperou demais, não achou as ondas e só conseguiu fazer 5.67 e 5.93. No final, Bourez ainda fez um 8.10 e piorou a situação de Dean, deixando-o precisando de combinação.

Bateria 15, Mick Fanning contra Michael Picon. Fanning só precisou de cinco minutos para ganhar a bateria. Nos cinco primeiros minutos, Mick Fanning pegou duas boas ondas, anotou 8.67 e 7.00. O frânces Picon, só conseguiu 5.50 e 4.83, nem assustando o aussie. Fanning deixou Picon precisando de uma combinação a bateria inteira e no final, ainda se deu ao luxo de trocar seu 7.00 por um 8.07.

Depois do término do round 3, os tops aproveitaram um pouco pra se divertirem na Expression Session. Meia hora e muitos vôos.

Assista os vídeos das bateria do round 3. VÍDEOS ROUND 3

Próximas baterias, Round 4:

# 1: Bede Durbidge (AUS) x (AUS) Kai Otton
#2: Josh Kerr (AUS) x (BRA) Adriano de Souza
#3: Taylor Knox (USA) x (HAW) Roy Powers
#4: Dane Reynolds (USA) x (USA) Rob Machado
#5: Kelly Slater (USA) x (HAW) Kekoa Bacalso
#6: Damien Hobgood (USA) x (BRA) Heitor Alves
#7: Cj Hobgood (USA) x (PYF) Michel Bourez
#8: Mick Fanning (AUS) x (AUS) Kieren Perrow

Hurley Pro Trestles – Day 2

Término do round 2 e começo do round 3, ondas estáveis durante todo o dia, quase iguais as do final da tarde de ontem.

Ainda ontem, o último brasileiro a cair na água, o cearense Heitor Alves, venceu sua bateria, passando direto para o terceiro round.

Na segunda bateria do round 2, o wild card Rob Machado mostrou que ainda tem a competição no sangue e mandou o aussie Taj Burrow com uma onda no final, ficando 15.16 contra 15.00 do aussie.

Na quarta bateria, Mineirinho entrou na água pra medir forças com Phillip MacDonald, e não deu chances para o norte-americano. Adriano entrou focado e destruiu as ondas, vencendo a bateria com 7.50 e 6.90 contra 3.93 e 4.60.

Jihad Khodr

Jihad Khodr

Na décima bateria, o paranaense Jihad Khodr, não conseguiu passar por Kieren Perrow, perdendo de 11.56 a 8.90.

Já no round 3, Adriano entrou na água na quarta bateria, contra Nic Muscroft. Assim como na bateria contra Phillip MacDonald, Mineiro não deu chance e com duas ondas, selou sua vitória. Um 6.67 e 8.40 foram mais que suficientes para bater 6.53 e 5.73 do aussie.

Por hoje, está acabado. Já estamos no round 3, bateria 7, entre Dane Reynolds e Ben Dunn, que vai ter início amanhã.

As baterias 8 e 9 prometem um grande espetáculo de surf, esperemos que as ondas estejam com boa formação e tamanho.

Bateria 8
Joel Parkinson (AUS) x (USA) Rob Machado

Bateria 9
Kelly Slater (USA) x (USA) Brett Simpson

Rob Machado

Rob Machado

Parko que é o primeiro e o grande favorito ao título desse ano, enfrenta o símbolo do free-surf mundial, Rob Machado, que surfa em casa e não está pra brincadeira. Rob já mandou o compatriota de Parko, Taj, pra casa e quem sabe, não manda Parko também, a briga vai ser boa.

Slater teve uma primeira bateria impecável, duas ondas e duas notas acima de 9. Como estão dizendo, é mais uma vez, o homem a ser batido. Pra enfrentar ele, ninguém menos que Brett Simpson, wild card e campeão do US Open. Promete ser outra ótima disputa.

Heitor Alves, único brasileiro ainda a cair na água no round 3, vai enfrentar o francês Jeremy Flores na bateria 12.

No round 4, três baterias já estão definidas.

Bede Durbidge (AUS) x (AUS) Kai Otton
Josh Kerr (AUS) x (BRA) Adriano de Souza
Taylor Knox (USA) x (HAW) Roy Powers

Até amanhã.

SLATER UNBELIEVABLE!

Slater treinando em Trestles

Slater treinando em Trestles

FUCK!

Slater é impressionante, inacreditável e mais alguns muitos adjetivos.

Round 1, bateria 9

Kelly Slater (USA), Adrian Buchan (AUS), Rob Machado (USA)

Com dez minutos de bateria, o careca simplesmente fez um 9.00 e um 9.50 nas suas primeiras ondas. Ah, só um detalhe, as ondas não estão muito boas, pequenas e fechando, até cresceram um pouco nessa bateria.

Adrian “Ace” Buchan tem um 6.67 e 7.33 no momento, ocupando a segunda colocação.

Rob Machado tem um 4.00 e 5.67, em terceiro.

Ambos precisando de uma combinação de 18.51.

What a show!

Dos brasileiros, o único que já caiu na água foi Adriano de Souza e não se deu bem, com poucas e pequenas ondas, ficou em terceiro e vai pra repescagem. Sua bateria foi vencida por Dane Reynolds, com Phillip MacDonald em segundo.

Na próxima bateria, a briga também vai ser boa.

Round 1, bateria 10

Taj Burrow (AUS), Dean Morrison (AUS), Brett Simpson (USA)

Como informar vocês sem fazer tantos posts ou é tranquilo fazer um post desse tamanho pra cada bateria? Ou ninguém lê?

Jeffrey’s Bay

O blog tá cheio de teia de aranha, vamo limpa isso né, tá na hora!

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Depois de 46 dias na mágica Jeffrey’s Bay, estou de volta a terra brasilis. Na real, a vontade era de pelo menos ficar mais uns três meses em J-Bay, acordar de frente pro mar, conhecer muitas pessoas novas, fotografar bastante, estar a todo momento em contato com a natureza, animais e oceano, desperta a real essência do homem. Foram 46 dias de muita tranquilidade, muita paz, muito agito, muito tudo!

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O agito ficou por conta da semana em que rolou a etapa do WCT por lá. Do dia 9 ao dia 19 de julho rolou o tradicional evento em J-Bay, com formato novo, muita onda e com direito ao primeiro “Clash of The Icons”. Pra quem não estava lá ou não acompanhou pela internet ao vivo, perdeu. Foi um show, altos tubos insanos, profundos, ondas não muito grandes, mas com tamanho suficiente pra proporcionar um show pra quem estava por lá assistindo e vibrando com cada manobra, principalmente dos sul-africanos, Jordy Smith, Greg Emslie, Devyn Matthews e a revelação, Sean Holmes.

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As primeiras da manhã

Adriano Mineirinho

Adriano Mineirinho

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Nathaniel Curran

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Mineiro

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Joel Parkinson

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Mick Campbell

Michel Bourez

Michel Bourez

Mick Fanning

Mick Fanning

Parko

Parko

Mr. Holmes levantou o público a cada onda, cada manobra que mandava. O cara entrou como wild-card e caiu diante de Dane Reynolds que também surfou um absurdo na bateria. Mas antes de cair, tirou Dustin Barca no round 1, no round 2 deu um show de surf e deixou o aussie Taj Burrow precisando de combinação e no round 3, mandou Mick Campbell pra casa.

Além dos sul-africanos, Slater, Parko, Reynolds, Bourez, Otton, Hobgood’s e outros deram show nas ondas. Os brasileiros cairam nas suas respectivas baterias. Mineiro deu vacilo, ficou esperando onda em uma bateria onde o mar tava bem calmo. Jihad passou apuros com a falta de ondas na sua bateria também e Heitor até que tentou, mas não deu.

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Tá na cara que o título vai pro Parko esse ano, mas nada de comemorar antes, muita onda vai rolar ainda.

A atração especial do evento, Clash of The Icons, ficou por conta dos ícones do surf mundial, Tom Curren e Occy. Empatados nos confrontos entre si, cairam na água em baterias logo no começo da manhã. Na primeira bateria, Tom Curren lavou Occy que mais parecia um moleque pegando onda, pega qualquer coisa que aparecia. Curren paciente, esperou pelas melhores e levou. Na segunda bateria, Occy deu o troco e levou, deixando tudo empatado novamente. No pódio eles comentaram o desempenho e deixaram no ar que talvez role outro Clash of The Icons na próxima parada do World Tour, em Mundaka. Agora é esperar!

Tom Curren

Tom Curren

Occy

Occy

Occy e Curren

Occy e Curren

Com o término do evento, o agito e o público todo foram embora, deixando J-Bay para os poucos que ficam por lá, poucos que aproveitam bem as ondas que ficam quase sem ninguém. Com condições boas, é quase impossível cair na água com poucas pessoas, no mínimo dez caras vão estar lá, em busca das ondas.

Pra quem ainda não foi pra Jeffrey’s Bay, vá! Recomendo para todos, se você vai surfar, passear, ir com a família, é lugar pra tudo. As pessoas de lá são bem amigáveis, o local é tranquilo e você não vai se arrepender.

Aqui você vê algumas das fotos que fiz durante o WCT, algumas das mais de oito mil fotos que fiz.

Texto e fotos: Thiago Dorta / (19)9353-2770