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Taj Burrow wins

Taj Burrow levantando o troféu lá em cima

E a decisão foi hoje, Taj Burrow levou a melhor sobre o sul-africano Jordy Smith.

Taj fez uma boa bateria na semi-final e venceu Bobby Martinez.

Jordy e Dane fizeram a segunda semi-final, o que gerou grande ansiedade por um show, mas não foi muito bem assim. Jordy caiu e simplesmente surfou, já Dane, quis inventar, tentou voar e só caiu.

Na final, Jordy começou melhor, pegou boas ondas e Taj ficou lá, sentado, esperando. Me parece que deu certo!

Com dois high-scores, Taj virou e depois de três finais seguidas sem vitória, levou a primeira etapa de 2010 e agora ocupa o primeiro lugar do ranking.

Seria esse ano, o ano de Taj Burrow?

Congrats Taj! Ripped in the whole event, deserved!

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Quiksilver Pro – Day 5

O quinta dia de competições na Gold Coast aconteceu com boas ondas e supresas.

O Brasil provavelmente era peso na transmissão da primeira bateria do round 4, Adriano de Souza contra Adrian Buchan.

Mineiro comemorando a vitória

Foi um show de surf do começo ao fim. Quem começou na frente, foi o aussie que logo nas duas primeiras ondas, fez 6.33 e 6.67, boas notas que deixaram o brasileiro na segunda posição quase a bateria inteira.

Adriano nas primeiras notas, fez 5.83 e 4.17, mas logo trocou o 4.17 por um 6.27. Faltando dez minutos para o final, Mineiro pega uma boa onda e vira com um 6.93. Nesse momento, o que os brasileiros queriam, era que a bateria acabasse logo, sagrando nosso brazuca vencedor, mas não foi isso que aconteceu.

Faltando dez segundos para o término, o aussie pega uma onda mais no inside e Mineiro pega uma logo atrás. A bateria acaba, sem ninguém saber o resultado e as notas demoraram pouco a sair. Uma verdadeira tensão!

A primeira nota a sair, foi do aussie e foi uma ótima nota, um 7.83 que virou a bateria a favor de Adrian. Mas segundos depois, sai a nota de Mineiro, um 7.93 que faz o vira vira e o brasileiro fica com a vitória. Foi emocionante.

Na quarta bateria, Kai Otton contra Mick Fanning, foi uma surpresa a vitória de Kai Otton. Acho que todo mundo apostava suas fichas em Mick, atual campeão mundial e que estava mostrando um surf feroz e com muito power. Mas no final da bateria, Kai conseguiu virar a bateria e Fanning até tentou, mas não conseguiu trocar seu 6.60 por um 6.79.

Jordy Smith após vitória contra Kelly Slater

E na última bateria do round 4, Kelly Slater contra Jordy Smith. Com certeza era esperado uma ótima bateria, isso se Jordy mostrasse seu surf e foi o que aconteceu.

Jordy me pareceu bem fluido surfando, sem muita preocupação ou qualquer pressão sobre ele. Apesar da fama de voador, ele é sempre cauteloso em suas baterias no tour, mas se soltou um pouco, mostrou um bom surf, escolheu boas ondas e venceu o careca, eneacampeão mundial.

Depois das baterias do feminino, o masculino voltou para a água com as quartas-de-final.

Na primeira bateria, o brasileiro, Adriano de Souza contra o aussie, Taj Burrow.

Taj Burrow jogando muita água pra vencer Adriano de Souza

Taj, que apresentou um bom surf e notas altas durante todo o evento, não deixou a desejar. Não demorou muito e depois de fazer um 4.50, Taj fez um ótimo 9.27.

Adriano tinha um 7.33 e um 6.43 e ocupava a segunda posição com uma diferença de 0.01.

No twitter, os comentários eram de força e incentivo ao brasileiro, mas as estatísticas eram as piores. A preocupação não era pela próxima nota de Adriano e sim pela próxima de Taj. Com um 9.27, se Taj fizesse um 7.00, deixava o brasileiro precisando de uma nota 9.00.

Minutos após isso ser dito, Taj pegou uma bomba e com várias porradas destruiu ela. O aussie marcou um 8.43 e deixou a situação do brazuca pior ainda, Mineiro estava em combinação e precisava de duas notas 9.00 pra vencer.

Adriano ainda trocou o 6.43 por um 7.07, mas não adiantou e o brasileiro encerra as atividades na primeira etapa com um quinto lugar.

Na segunda bateria, batalha de goofys. Bobby Martinez contra Kai Otton. Bobby mostrou o belo surf que vinha mostrando e venceu sem grandes preocupações o aussie que desbancou o atual campeão mundial.

Na terceira bateria, a surpresa.

Joel Parkinson contra Dane Reynolds. Assim como Mick Fanning, Joel vinha mostrando um surf límpido, forte e cheio de explosão. Até ali, tinha garantido suas baterias com suas primeiras ondas e ele começou bem.

Dane Reynolds mostrando seu surf afiado

Joel na segunda onda, fez um 8.50, mas do outro lado, Dane Reynolds fez um ótimo 9.27. Parko só teve duas ondas high scores, que foram suas notas do somatório, um 8.50 e um 8.97. O show ficou mesmo com Dane Reynolds.

Depois de fazer o 9.27, Dane fez um 8.10, 7.70 e pra fechar sua vitória sobre Joel, feaz um 9.93 impecável.

Na última bateria do dia, Jordy Smith não deu chances e venceu Bede Durbidge.

Os duelos das semi-finais ficaram assim:

heat1

Taj Burrow vs. Bobby Martinez

heat2

Dane Reynolds vs. Jordy Smith

Quiksilver Pro 2010 – Day 2

Após descanso por conta da ameaça de tsunami, os tops voltaram ao mar para o round 2.

Stephanie Gilmore jogando água pra todo lado

Na parte da manhã, as mulheres fizeram o round 1 e mostraram um surf de muita qualidade e explosão. Stephanie Gilmore e Sally Fitzgibbons mostraram um ótimo surf, manobras variadas e bem fortes, muita água foi jogada. As brasileiras Bruna Schmitz e Silvana Lima cairam na água e não conseguiram o primeiro lugar.

Bruninha entrou primeiro e contra a aussie Stephanie Gilmore e Tyler Wright, não conseguiu se impor e ficou na terceira colocação, indo para a repescagem.

Silvana Lima

Silvana não achou muitas ondas, mas conseguiu um segundo lugar e segue para o round 3.

No masculino, Taj venceu na primeira bateria, Garret Parkes. Garret começou bem a bateria, mas Taj conseguiu se recuperar e virar pra cima do garoto.

Bobby Martinez na terceira bateria, teve uma bateria calma, as ondas tinham sumido e só algumas estavam aparecendo. Com 10 segundos para o final, Bobby ocupava a segunda posição, mas com uma onda de alguns centímetros, virou pra cima de Craig Anderson.

Neco Padaratz e Richie Lovett conversando sobre com quais quilhas surfar

Na quarta bateria, Neco Padaratz tinha páreo duro pela frente, o norte-americano Damien Hobgood. Neco entrou confiante e como na bateria anterior, o mar estava com poucas ondas, mas isso durou poucos minutos. Na sua primeira onda, Neco fez um 5.67, que na minha opinião foi injusto, mal avaliado, foi uma onda boa, com boas rasgadas e um pequeno tubo, valia pelo menos um ponto a mais, mas não foi o que os juízes acharam.

Damien na sua primeira onda, fez um 8.00, que talvez tenha sido super avaliado. Neco em sua entrevista, disse que o norte-americano após pegar a onda, lhe disse que achou que a onda não iria passar dos 7.00 e se surpreendeu com os 8.00.

Neco seguiu forte e na sua próxima onda, literalmente destruiu tudo que tinha na frente. Com rasgadas violentas e bem feitas, ele jogou muita água pra cima, pegou outro tubo e saiu. Todo mundo esperava uma nota 8.00 pelo menos, mas o que veio foi muito menos, apenas um 6.83, super mal avaliado na minha opinião. Pra esquentar o sangue do brasileiro, Damien pegou uma onda logo em seguida e com uma onda parecida com a primeira, fez um 7.87.

Após isso, Neco tentou, tentou e tentou, mas não foi suficiente. Ele ainda fez um 6.90, mas precisava de um 9.67, nota quase impossível pelo julgamento dos juízes. Ainda no mar, Neco após boa seqüência de manobras ou um tubo, olhava para os juízes e dava aquela encarada como dizendo: “E aí, vocês tão vendo o que eu to fazendo? Sobe essa nota.”

Mas de nada adiantou e Damien ainda fez um 8.57 pra selar a vitória.

Em sua entrevista, Neco disse que tentou de tudo pra tirar notas acima de 7.00, mas os juízes não colaboraram.

Outra coisa que observei, foi o critério dos juízes que está bem estranho. Em uma das notas 8 do Damien, eu olhei nota por nota e um juiz tinha dado 6.5, enquanto outro tinha dado 8.2, como pode haver uma diferença tão grande, 1.70 é uma diferença grande de pontuação. Cadê o headjudge pra organizar isso aí?

O brasileiro foi injustiçado, mas o negócio é seguir em frente. Ele estava com uma vontade, parecia até fazer tempo que não surfava, aquela fissura que um tempo longe do surf causa. Mostrou que vai trabalhar forte esse ano e o Brasil quer ver esse guerreiro mostrando toda sua força na água.

Neco é admirado pelo mundo do surf pela sua garra, sua paixão pelo surf. Nas suas palavras se mostrou um grande homem também. Força Neco!

Na bateria seguinte, Dane Reynolds entrou pra combater Blake Thornton e não deu chances ao aussie.

Dane Reynolds

Dane surfou confiante, achou ótimas ondas e com tubos alucinantes e manobras fortes, conseguiu seguir para o próximo round. Dane fez 9.33 e 8.03, enquanto Blake fez 5.33 e 4.90. Foi um verdadeiro show do norte-americano.

Logo depois, Jordy Smith entrou pra dar um show nas ondas de Snapper Rocks. Seu adversário, o brasileiro Marco Polo até tentou, mas não teve muitas chances. Assim como Dane, Jordy achou bons tubos e fez ótimas manobras, achou um 9.93, maior nota do evento até aqui e um 7.93 pra seguir para o próximo round. O brasileiro não passou dos 6.00, fez apenas 5.17 e 5.10.

Neco e Marco caíram, a esperança brasileira agora está nos pés de Mineiro e Jadson André.

Quiksilver Pro – Day 1

QSProFrance

Quiksilver Pro France 2009

Estrutura do Quiksilver Pro

Estrutura do Quiksilver Pro

O Quiksilver Pro France teve seu início hoje e com ondas de 5 a 6 pés, o show foi garantido.

Kelly Slater entubando em Hossegor

Kelly Slater entubando em Hossegor

O round 1 já está terminado. Taylor Knox, Nic Muscroft, Damien Hobgood, Taj Burrow, Michel Bourez, Julian Wilson, Joan Duru, Joel Parkinson, Kelly Slater, Patrick Beven, Tom Whitaker, Chris Davidson, Dane Reynolds, Tim Boal, Jordy Smith e Dustin Barca foram os primeiros colocados nas suas baterias e já estão garantidos no round 3.

Os brasileiros, Adriano de Souza, Heitor Alves e Jihad Khodr não conseguiram passar e agora vão disputar a chance de continuar na briga, no round 2. Adriano de Souza é o primeiro a cair fora, o brasileiro encarou Phillip MacDonald, confronto igual ao de Trestles, mas dessa vez levou a pior, o aussie destruiu Mineiro, que tentou uma reação nos últimos minutos mas não foi suficiente. Mineiro fez um 7.00 e 8.13, notas que não foram suficientes para bater um 8.83 e 8.07 de Phillip.

O dia de hoje está OFF e amanhã os confrontos começam na quinta bateria do round 2, Bobby Martinez contra Drew Courtney.

Mick Fanning ouvindo um som

Mick Fanning ouvindo um som

Mick Fanning, CJ Hobgood, Bede Durbidge e Phillip MacDonald venceram suas baterias do round 2 e continuam na competição.

Hurley Pro Trestles – Day 2

Término do round 2 e começo do round 3, ondas estáveis durante todo o dia, quase iguais as do final da tarde de ontem.

Ainda ontem, o último brasileiro a cair na água, o cearense Heitor Alves, venceu sua bateria, passando direto para o terceiro round.

Na segunda bateria do round 2, o wild card Rob Machado mostrou que ainda tem a competição no sangue e mandou o aussie Taj Burrow com uma onda no final, ficando 15.16 contra 15.00 do aussie.

Na quarta bateria, Mineirinho entrou na água pra medir forças com Phillip MacDonald, e não deu chances para o norte-americano. Adriano entrou focado e destruiu as ondas, vencendo a bateria com 7.50 e 6.90 contra 3.93 e 4.60.

Jihad Khodr

Jihad Khodr

Na décima bateria, o paranaense Jihad Khodr, não conseguiu passar por Kieren Perrow, perdendo de 11.56 a 8.90.

Já no round 3, Adriano entrou na água na quarta bateria, contra Nic Muscroft. Assim como na bateria contra Phillip MacDonald, Mineiro não deu chance e com duas ondas, selou sua vitória. Um 6.67 e 8.40 foram mais que suficientes para bater 6.53 e 5.73 do aussie.

Por hoje, está acabado. Já estamos no round 3, bateria 7, entre Dane Reynolds e Ben Dunn, que vai ter início amanhã.

As baterias 8 e 9 prometem um grande espetáculo de surf, esperemos que as ondas estejam com boa formação e tamanho.

Bateria 8
Joel Parkinson (AUS) x (USA) Rob Machado

Bateria 9
Kelly Slater (USA) x (USA) Brett Simpson

Rob Machado

Rob Machado

Parko que é o primeiro e o grande favorito ao título desse ano, enfrenta o símbolo do free-surf mundial, Rob Machado, que surfa em casa e não está pra brincadeira. Rob já mandou o compatriota de Parko, Taj, pra casa e quem sabe, não manda Parko também, a briga vai ser boa.

Slater teve uma primeira bateria impecável, duas ondas e duas notas acima de 9. Como estão dizendo, é mais uma vez, o homem a ser batido. Pra enfrentar ele, ninguém menos que Brett Simpson, wild card e campeão do US Open. Promete ser outra ótima disputa.

Heitor Alves, único brasileiro ainda a cair na água no round 3, vai enfrentar o francês Jeremy Flores na bateria 12.

No round 4, três baterias já estão definidas.

Bede Durbidge (AUS) x (AUS) Kai Otton
Josh Kerr (AUS) x (BRA) Adriano de Souza
Taylor Knox (USA) x (HAW) Roy Powers

Até amanhã.

Billabong Pro Tahiti 2009

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Sem ondas? Vamos pescar!

Foram assim muitos dias para os tops, em meio a pescarias e free-surfs, até que rolaram um tubos profundos.

A etapa de 2009 no Tahiti, na bombástica Teahupoo foi meio desanimador para os que gostam de ondas grandes. Teahupoo estava na merreca esse ano, com ondas que não passaram de 1,5m. Apesar do tamanho diferenciado do normal em Teahupoo, os tops mandaram ver e tiveram que escolherem bem as ondas.

Bobby Martinez, fez bonito, escolheu bem as ondas e sagrou-se campeão de 2009 na etapa do Tahiti. 

O primeiro a cair frente ao norte-americano foi Dayyan Neve, no round 3, Bobby tirou ninguém menos que Andy Irons.

Apesar da cara feia, Adriano não conseguiu passar por Bobby

Apesar da cara feia, Adriano não conseguiu passar por Bobby

Nas quartas-de-final tirou nosso brazuca, Adriano Mineirinho em uma bateria muito boa. Mineiro começou muito bem, pegando todas as ondas que vinham. Conseguiu uma vantagem a frente de Bobby, que nos primeiros minutos só tinha pego uma onda. Depois de 20 minutos de bateria, Adriano continuava sua briga pelas ondas, procurando as melhores e conseguiu, por volta de 12 minutos restantes para o término, Mineiro pegou um leve tubo e na seguida encheu a onda de paulada, o que lhe rendeu um 7.17. Mas logo depois de terminar a sua onda, Bobby estava atrás dele, desceu em uma ótima onda, pegou um tubo insano, profundo, uns 4 segundos no tubo e ele estava mostrando a que tinha vindo, Bobby arrancou um 8.00 dos juízes. Poucas minutos depois, desceu em outra e pegou outro tubo, saindo do tubo ainda fez umas duas manobras e saiu, conseguiu um 7.93 e fechou a bateria que já estava nos minutos finais. Adriano ainda tentou uma onda no final, mas lamentou que ela tenha fechado antes do tempo. Foi assim, 15.93 para Bobby e 12.67 para Adriano.

Na semi-final, bateu a revelação da etapa, Aritz Aranburu do país basco, que tirou Kelly Slater e Damien Hobgood, tendo sua melhor participação em um evento do WCT. Com as notas 8.50 e 8.67, Bobby fez bonito e seguiu para a final contra o aussie Taj Burrow.

Comemorando no jet-ski

Comemorando no jet-ski

Na final, Taj começou melhor, arrancando um 8.17 em sua primeira onda. Estava estampado na cara do aussie que ele queria a vitória, Taj está mesmo precisando de uma para reanimar seu surf, mas não foi dessa vez, o californiano de Santa Bárbara estava em um daqueles dias em que as coisas só dão certo. Mostrando estar bem focado, Bobby escolheu bem as ondas, do mesmo jeito que fez em suas outras baterias e com duas ondas sinistras, insanas, dois tubassos, ele garantiu o caneco. Na sua primeira onda fez um 8.73 e logo em seguida em um tubo espetacular, vindo lá do fundo e atravessando o paredão, ele arrancou dos juízes um 9.73 e fez Taj Burrow precisar de uma combinação de notas, 18.47. Restando poucos minutos era quase impossível o aussie conseguir isso, dois 9 high e como o previsto não conseguiu. Bobby ficou aguardando o toque da sirene para comemorar.

Troféu na mão e sorriso no rosto

Troféu na mão e sorriso no rosto

Bobby Martinez consegue sua quarta vitória em todas as suas participações no WCT, sendo elas duas na etapa da Espanha, em Mundaka (2006,2007) e a outra no Tahiti (2006, 2009)

Quiksilver Pro 09 Champion

O resultado nas semis ficou assim:

HEAT #1

Joel Parkinson (AUS) 19.93 X 17.66 Mick Fanning (AUS)

HEAT #2

Adriano de Souza (BRA) 14.84 X 5.34 Taj Burrow (AUS)

e na final:

HEAT #1

Joel Parkinson (AUS) 18.83 X 11.30 Adriano de Souza (BRA)

A semi-final entre Joel e Fanning foi muito disputada, mas Joel estava em seu dia de glória, com nota 10 e 9.93 bateu os 9.43 e 8.23 de Fanning. Na bateria, Joel por pouco não completa os máximos 20 pontos.

Já Mineiro não teve lá tantas dificuldades para passar por Taj Burrow, surfou muito o local do guarujá e garantiu o seu lugar na final com as notas 7.67 e 7.17 contra 3.67 e 1.67 de Taj.

parkomineiro1

Foto: ASP

Na Final, o aussie Joel Parkinson brilhou mais uma vez e com dois tubos profundos, 10 e 8.83, garantiu a primeira etapa a favor dos locais. Adriano ficou com as notas 7.00 e 4.30. Joel mandou bem demais e mereceu, infelizmente o nosso brazuca não levou a etapa, mas garante muita briga até o final do campeonato. Nesses últimos quatro anos, Mineiro vem aprendendo, perdendo, ganhando no WCT e garantindo muita experiência, essa que um dia o fará chegar ao topo.

GO AHEAD MINEIRO, CONGRATULATIONS!